Sindag: agronegócio brasileiro tem a segunda maior frota aérea do mundo

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Além de o agronegócio brasileiro ser um dos mais importantes do mundo, o protagonismo da atividade rural do país também aparece nos céus. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), o Brasil encerrou 2018 com 2.194 aviões agrícolas, número 3,74% maior que o do ano anterior. Esse número faz da frota brasileira a segunda maior do mundo, atrás apenas da dos Estados Unidos, que conta com 3,6 mil aeronaves.
O estudo atesta a força da aviação agrícola nacional também ao identificar a multiplicação de operadoras do segmento. No ano passado, o número de empresas do setor cresceu 3,7%, para 253, e o de operadores privados (agricultores ou cooperativas que têm suas próprias aeronaves), 3,5%, passando de 565 em 2017 a 585 em 2018. Os dados foram apurados pelo engenheiro agrônomo Eduardo Cordeiro de Araújo, consultor do Sindag.
Mato Grosso é o estado com a maior frota do Brasil. Suas 494 aeronaves correspondem a 22,5% do total de aviões agrícolas em operação no país. Na sequência aparecem Rio Grande do Sul, com 427 aeronaves, e São Paulo, com 317 aviões dedicados à atividade agrícola.
A frota brasileira cresceu 51,6% nos últimos dez anos, segundo o Sindag, acompanhando a profissionalização do agronegócio do país. A Embraer, com variantes do avião Ipanema, segue dominando o mercado, com 58% do total de aeronaves em operação. O Ipanema, um projeto dos anos 70, lançou em 2015 sua sétima geração, o Ipanema 203. Desde 2004, com o surgimento do Ipanema 202 A, a aeronave sai de fábrica movida a etanol.

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