Associações têm dificuldade em ampliar diversidade de seus conteúdos, diz estudo

As associações e entidades de classe têm dificuldade em ampliar a diversidade dos conteúdos que produzem em seminários e relatórios, segundo uma pesquisa realizada pela Omnipress, empresa americana especializada em produzir conteúdo para o segmento associativo. O mesmo estudo mostra, por outro lado, que existe um esforço genuíno das organizações para buscar esse objetivo.
De acordo com o levantamento, que ouviu 150 representantes de associações americanas, a maioria dos profissionais compreende o valor de um bom conteúdo. Isso tem levado a esforços que incluem, por exemplo, aumentar os formatos de distribuição dos materiais de seminários, eventos e conferências. As opções incluem apresentação da íntegra dos eventos, pôsteres e planilhas ou apostilas.
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“Hoje, há quatro diferentes gerações participando juntas de conferências organizadas por entidades de classe, o que deixou as preferências e expectativas dos participantes mais diversificadas e complexas do que nunca”, disse, em comunicado, Jonny Popp, gerente geral da Omnipress. “Para responder a isso, os organizadores de eventos ampliaram o número de formatos em que os materiais são entregues aos participantes.”
Se já avançaram na diversificação dos formatos, as associações ainda andam a passos lentos na produção de conteúdo para as diferentes faixas etárias, segundo o estudo. Como registra o site Associations Now, ainda é preciso avançar para aumentar o engajamento de profissionais mais jovens nos eventos.
“Todo ano nós perguntamos às associações se elas têm um plano para atender às necessidades dos millennials e, agora, da geração Z”, disse, em comunicado, Tracy Grzybowski, diretora de marketing da Omnipress. “Nos últimos cinco anos, vimos pouco ou nenhum avanço nesse campo.”

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