Mercado de segurança eletrônica deve crescer 10% em 2019, estima Abese

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O mercado de segurança eletrônica, segmento que inclui serviços como videomonitoramento residencial e portarias remotas, deve crescer 10% neste ano, segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese). Em 2018, o setor faturou R$ 6,52 bilhões, montante 8% maior que o registrado no ano anterior.
O crescimento deve ocorrer na esteira da chegada de novas tecnologias, de acordo com a entidade. Hoje, há cerca de 815 mil imóveis com sistemas eletrônicos de segurança no país. Em 2018, 69% dos prestadores de serviços atenderam projetos para residências, de acordo com os números da Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela SMG para a Abese com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país.
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“A estimativa [de crescimento] indica que, mais do que números, haverá o crescimento da participação do setor na sociedade – abarcando o setor público, privado e, agora, residencial”, disse, em comunicado, Selma Migliori, presidente da entidade. “A busca por soluções de tecnologia está baseada na sensação e insegurança que assusta principalmente os centros urbanos.”
Segundo dados da Social Progress Imperative, o Brasil é o 11º país mais inseguro do mundo, o que reflete em um grande potencial para que câmeras de videomonitoramento e alarmes atuem para assegurar a segurança patrimonial e física dos cidadãos. Atualmente, as câmeras IP e analógicas são os produtos mais vendidos do setor de segurança pública e patrimonial. Juntas, elas representam 66% das vendas no Brasil.
A indústria prevê para este ano o lançamento de novas soluções para o consumidor final. Segundo a Abese, 95% das companhias do setor pretendem lançar novos produtos em 2019.

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