O que dizem associações do setor de defesa sobre a abertura do mercado de armas

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A liberação de licenças automáticas de importação não só de armas e munições, mas também de quaisquer produtos controlados pelo Exército, pegou o setor de defesa de surpresa. Associações que representam as indústrias do segmento criticaram a iniciativa do governo, segundo registro do jornal Folha de S. Paulo.
Em nota, o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde) afirma que “recebeu com surpresa a edição e a publicação do decreto, uma vez que não foi consultado sobre o tema”.
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“Se uma polícia quiser importar carros blindados, por exemplo, poderá comprar o produto lá fora diretamente. Como fica a questão da equalização tributária e o controle de qualidade do que é importado?”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Roberto Gallo.
Ele irá consultar o Ministério da Defesa para esclarecer pontos do decreto. A entidade, assim como o sindicato da indústria, solicitou aos seus 220 associados um levantamento do impacto da abertura do mercado.
Em um estudo de 2014, o setor estimou movimentar o equivalente a 4% do PIB (Produto Interno Bruto), ou R$ 202 bilhões, e empregar diretamente 60 mil pessoas.

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