Relações públicas: pesquisa mostra quais medidas uma associação deve evitar

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O trabalho de uma associação ou entidade de classe não se limita a medidas tomadas da porta para dentro: é preciso comunicar ao público externo os planos e ações da entidade. Isso passa necessariamente pelo contato frequente com jornalistas e outros formadores de opinião, em um trabalho que, muitas vezes, é marcado pela dificuldade das equipes de comunicação de compreender quais assuntos devem ou não se transformar em pauta.
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Segundo um levantamento com mais de 500 jornalistas, o maior erro das organizações no contato com a imprensa é, de longe, quando elas apresentam um assunto irrelevante para o veículo ou para o redator. Em vez de atrair a atenção do jornalista para o trabalho da entidade, o contato se transforma em um aborrecimento – e isso acaba se refletindo em uma visão negativa sobre a organização.
Outras falhas apontadas pelos jornalistas ouvidos na pesquisa incluem muitos contatos para falar do tema em questão (os chamados “follow-ups”) e um discurso que é claramente uma autopromoção da entidade, mas que não traz uma história concreta que ateste o relato feito pela equipe de relações públicas. A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos pela Fractl, agência especializada em conteúdo e marketing digital, mas seus resultados podem ser trazidos também para a realidade brasileira.
O levantamento apresenta uma série de comentários feitos por jornalistas de veículos como The New York Times, The Wall Street Journal, Business Insider, CBS Sports, Wired e Buzzfeed, entre outros (ver abaixo, em inglês). Vale a pena ler as observações feitas pelos repórteres, editores e redatores freelancers. Elas trazem muitas dicas sobre o que fazer para transmitir bem a mensagem sobre o trabalho de sua entidade – e, principalmente, sobre o que não fazer.

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