'Terceirizar' redes sociais pode ser boa ferramenta para engajar seus associados

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Por melhor que seja seu planejamento de comunicação, tem horas em que falta inspiração para criar conteúdos para as redes sociais de sua entidade. Quando esse momento de “vacas magras” chegar – e pode ter certeza: ele acontece com todo mundo -, talvez seja um bom momento de recorrer à “terceirização” das postagens para os seus associados.
Também conhecida como “takeover”, essa iniciativa nada mais é do que repassar a um convidado a gestão temporária dos conteúdos das redes sociais. Adotada por empresas, marcas, personalidades, associações e até governos, a estratégia não é nova, mas, como não é corriqueira, muitas associações sequer lembram que poderiam considerá-la.
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Se a sua entidade está entre as muitas que jamais adotaram esse tipo de iniciativa, talvez valha a pena repensar sobre o tema: o takeover pode ser uma boa ferramenta não apenas para sua equipe de comunicação reciclar suas ideias, mas também para aumentar o engajamento de seus associados. “Ao permitir que diferentes pessoas assumam os canais de sua organização nas redes sociais, você terá a chance de experimentar diferentes tipos de conteúdo, pontos de vista e estilos”, Callie Walker, do blog MemberClicks.
Fazer ações do gênero jogará holofotes sobre o associado convidado, mas também sobre sua própria entidade. Afinal, raciocina Walker, “seus associados são amigos de outras pessoas na indústria. Se eles forem selecionados para fazer um takeover, é provável que anunciem em suas páginas pessoais nas redes sociais, o que coloca o nome da sua organização em evidência entre profissionais que poderiam se sentir atraídos a aderir à entidade.”
E que tipo de conteúdo o “social media convidado” postaria? Virtualmente, qualquer coisa. Segundo Walker, os posts poderiam ir de dicas sobre como se associar até sugestões de livros sobre o setor.
É imprescindível ter uma conversa prévia com o associado antes do início da ação. Esse diálogo servirá tanto para ajuste de expectativas quanto para elaborar uma lista de regras básicas. “Há um milhão de coisas que você poderia fazer com isso”, diz a especialista. “Mas o ponto central é: você estará dando voz aos seus associados – e isso é engajamento.”

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