Live commerce movimenta US$ 157 bi e emprega 1,7 milhão na China

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Que a pandemia turbinou o aumento das vendas online em todo mundo não é nenhum segredo. Mas, para os muitos que afirmam que isso reduz a experiência da compra, interagindo apenas com telas frias e sem opinião humana, há uma solução que está crescendo: o live commerce. A prática já é forte no exterior, e começa a chegar ao Brasil. 

Mais uma vez a tecnologia é aliada deste segmento. Segundo dados da chinesa Aliexpress, o live commerce já movimenta US$ 157 bilhões pelo mundo e, apenas na China, gerou impressionantes 1,7 milhão de empregos. São pessoas que atuam, por vídeo, como intermediadores das compras entre pessoas e plataformas, algo semelhante aos canais de compra de TV.

Nesta semana, a empresa apresentou sua estratégia para trazer para o Brasil o  “11.11 Festival Global de Compras 2020”,  —  o novo nome para o “Dia do Solteiro”, data que começou como uma oportunidade para que pessoas solteiras “se presenteassem” e que é hoje muito maior que a Black Friday no país mais populoso do mundo. 

Yan Di, diretor da Aliexpress no Brasil, afirma que o live streaming tem muito futuro no país, é uma ótima ferramenta que está sendo desenvolvida. Afirmando que ninguém no mundo tem o expertise que a sua empresa tem para utilizar a estratégia “ao extremo”, por ter baseado seu crescimento com os influenciadores digitais.

“Qualquer pessoa consegue fazer live, basta ter um celular. A experiência é diferente, é o comprador conversando com uma pessoa real, via vídeo. E isso vai aumentar com o 5G” disse ele, afirmando que cada vez mais haverá intermediadores digitais no e-commerce.

 

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