No Brasil pós-pandemia, 31% das empresas terão mais tecnologia, diz FDC

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Com a proximidade das vacinas, as empresas começam a vislumbrar melhor o futuro pós-pandemia. E mudanças devem ocorrer. Segundo o levantamento “Os impactos da pandemia nas lideranças e as ações que ajudarão as empresas nesse momento de retomada”, feito pela área de Liderança e Gestão de Pessoas da escola de negócios da Fundação Dom Cabral (FDC), 31% das empresas consultadas pretendem intensificar o uso de tecnologias na retomada dos escritórios.

O levantamento, realizado pelos professores Paulo Almeida e Leni Nunes, entrevistou os responsáveis por 153 empresas no país, dos mais diversos tamanhos e segmentos, como finanças, serviços, saúde, consultoria e varejo. Dentre as empresas participantes, 49% têm faturamento anual de até R$ 99 milhões e 39% contam com mais de 500 colaboradores.

A pesquisa indica que 20% das companhias entrevistadas disseram que pretendem adotar plataformas flexíveis no retorno dos colaboradores; 17% afirmaram que irão adotar um plano de comunicação para a retomada; o mesmo percentual afirmou que irá rever os espaços físicos que possuem. Outros 31% disseram que pretendem intensificar o uso de tecnologias, enquanto 22% redesenharão o uso destes sistemas.

Por outro lado, pouco menos da metade das empresas (41,97%) está apta a implementarem as mudanças que serão exigidas no pós-pandemia. A pesquisa ainda indicou que o agente tomador de decisão nessa retomada é a diretoria de cada empresa – de acordo com 37% dos respondentes.

“Entre os principais desafios que estas companhias têm para atingir  o ideal de transformação estão quesitos como engajar os times nesse retorno, com o objetivo de que eles entreguem com mais agilidade os resultados necessários; a apresentação de modelos de desempenho organizacional – como metas e incentivos -, além da necessidade de que estas companhias se planejem e revisem a sua nova estrutura organizacional”, explica Almeida.

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