Estudo indica que e-commerce no Brasil deve crescer 57% até 2024

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Com crescimento verificado ano a ano no Brasil, o e-commerce viu sua expansão acelerar com a pandemia de Covid-19. Sem poder abrir as lojas por muitos períodos, empresários foram forçados a migrar do físico para online para se manter no mercado, o que levou a um crescimento de 22% no total de vendas online no país em 2020, a mais rápida expansão em cinco anos. Esse movimento de alta deve se manter e até 2024, o aumento do comércio online brasileiro deve chegar a 57%, conforme aponta o estudo ‘The Global Payments Report 2021’, realizado pela FIS® (NYSE: FIS), líder global em tecnologia financeira.

“Estamos entrando rapidamente na próxima fase do comércio digital, que visa possibilitar novas camadas de valor e conveniência para os consumidores on-line ou nas lojas”, disse Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay from FIS para a América Latina. 

O levantamento mapeou tendências do comércio eletrônico em 41 países, e indica que a taxa anual de aumento de vendas online no país deve ser de 12% ao ano até 2024. E dentro desse cenário, os smartphones se consolidam como principal canal de compra, com projeções de crescimento de 17% ao ano pelos próximos quatro anos. Já as vendas realizadas pelo desktop cresceram 6% no mesmo período.

No que se refere aos meios de pagamento, a FIS® identificou que os cartões de crédito seguem como os preferidos, com 43% das compras sendo pagas por esse meio, seguido pelas “carteiras digitais” (17%). 

“À medida que a adoção de dispositivos móveis continua a crescer em todo o Brasil, o uso de carteiras digitais em todos os canais e no mercado de comércio eletrônico continuará crescendo em taxas aceleradas. Comerciantes que não investem na habilitação de novos modos de pagamentos digitais correm o risco de ficar para trás”, comenta o executivo.

O estudo indica ainda que o dinheiro que hoje é o mais usado, deve perder espaço para os cartões de crédito nas compras realizadas em postos de venda até 2024. Isso, segundo a empresa deve ocorrer graças à inclusão financeira no Brasil. A previsão é que o uso do dinheiro caia 9% anos e registre uma perda de 15 pontos percentuais da participação geral no mercado de compras off-line.

Outro ponto é que as carteiras digitais devem registrar uma expansão rápida nos próximos quatro anos, chegando a média de 24% de aumento a cada ano e chegando a dobrar a sua participação — para 16% — nesse período. 

No que se refere às vendas em lojas físicas, o levantamento aponta um crescimento de 4% anual até 2024 conforme a pandemia diminui.  

“À medida que a adoção de dispositivos móveis continua a crescer em todo o Brasil, o uso de carteiras digitais em todos os canais e no mercado de comércio eletrônico continuará crescendo em taxas aceleradas. Comerciantes que não investem na habilitação de novos modos de pagamentos digitais correm o risco de ficar para trás”, comenta o executivo.

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