Entidades lançam consultoria gratuita para ajudar empresas a exportar

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Ajudados pela competitividade dada com a cotação do dólar e da alta dos preços das commodities, as exportações brasileiras batem recordes. Porém, poucos se beneficiam deste movimento: segundo dados do Ministério da Economia, das 19 milhões de empresas ativas em 2020, somente 28.746 exportaram.

Pensando em auxiliar a mais companhias a aproveitarem este momento, uma série de entidades lançou um sistema para ajudar com os entraves para a venda a outros países. A Confederação nacional da Indústria (CNI), as federações de indústria nos estados e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) colocaram no ar o Ajude Aqui!, uma consultoria virtual gratuita.

No novo serviços, especialistas em comércio exterior estarão disponíveis para atender dúvidas sobre tributação internacional, sistemas aduaneiros, logística, formas de pagamento, entre outros assuntos sobre exportação e importação. “Os atendimentos serão realizados por e-mail, telefone, Whatsapp e formulário on-line disponível no site do Indústria Global – programa da CNI realizado com Sebrae para oferecer serviços de internacionalização”, informaram as entidades em seu lançamento.

Além da consultoria, as empresas podem buscar o apoio do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias de seu estado e o Sebrae local. Esta outra iniciativa oferece diversos serviços voltados para a internacionalização de pequenos negócios. Em 2021, as instituições investiram mais de R$ 2,6 milhões para oferecer cursos de capacitação, workshops, webinars, além de mentoria para micro e pequenas empresas.

“A CNI lançou mais um serviço para desenvolver a maturidade das pequenas empresas no processo de internacionalização. O objetivo é criar um canal de suporte às empresas e, a partir das dúvidas mais frequentes, promover melhorias no ambiente de negócios. O Ajude Aqui veio para impulsionar o crescimento de MPMEs brasileiras fora do Brasil e, consequentemente, aumentar a competitividade das empresas no mercado interno, seja nos produtos, serviços e embalagens ou na própria gestão da marca”, destaca o coordenador de Serviços de Internacionalização da CNI, Felipe Spaniol.

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