Pesquisa mostra otimismo do empresariado brasileiros com a vacinação contra Covid-19 

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A sexta edição da “Pesquisa nacional sobre o impacto da Covid-19 nos negócios”, da KPMG, realizada em agosto deste ano com 38 empresas brasileiras, mostra que 100% delas estão mais otimistas com a retomada dos negócios depois do início da vacinação contra a Covid-19. Essa foi a principal conclusão do levantamento. Na comparação com a edição anterior, publicada em abril deste ano, esse percentual era de 85%. No levantamento anterior, 15% não acreditavam na retomada dos negócios após o início da vacinação. 

“A nossa pesquisa evidencia que os empresários brasileiros estão mais confiantes com a retomada e o futuro dos negócios. O avanço da vacinação tem sido determinante para proporcionar mais segurança para os executivos e a sociedade em geral. Ainda assim, todos os aprendizados desse período devem ser mantidos e aperfeiçoados, principalmente os esforços direcionados para redução de custos, ampliação da competitividade, investimentos em inovação, experiência do cliente e geração de negócios”, afirma Jean Paraskevopoulos, sócio-líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul.

As empresas participantes da pesquisa também foram questionadas se o início da vacinação alterou o plano de negócios das suas empresas e se prazos e projetos sofreram alterações. As respostas foram as seguintes: não, os prazos e projetos não sofreram alterações (50%); sim, os prazos e projetos sofreram alterações (21,05%); não, mas os prazos e projetos sofreram alterações (18,42%); sim, mas os prazos e projetos não sofreram alterações (10,53%).

Sobre em quanto tempo os respondentes avaliam que o setor em que as empresas atuam voltarão a operar normalmente, com a vacinação em andamento, as respostas também evidenciaram otimismo. A ampla maioria (84,21%) estimou que isso ocorrerá de 6 meses a 1 ano. Para 13,16% o prazo é de 2 a 5 anos e para 2,63% não voltará mais a operar normalmente. Questionados se o anúncio feito pelas autoridades de saúde sobre novas cepas do coronavírus em circulação no país vai impactar o plano de retomada dos seus negócios, a maioria dos participantes (86,84%) disseram que não, e que vão manter o mesmo plano de retomada. Para 13,16% a resposta foi sim, e que irão repensar o plano de retomada.

Considerando o estágio atual e a progressão da vacinação, os respondentes também foram perguntados sobre qual é a expectativa com relação aos resultados do setor em que as empresas deles atuam no segundo semestre de 2021. Os índices reiteram o otimismo: manutenção dos níveis de receita em relação ao primeiro semestre (36,84%), aumento de até 5% nas receitas em relação ao primeiro semestre (21,05%), aumento entre 7% e 10% em relação ao primeiro semestre (15,79%), aumento acima de 10% em relação ao primeiro semestre (15,79%), aumento entre 5% e 7% em relação ao primeiro semestre (10,53%). Nenhum empresário indicou possibilidade de redução dos níveis de receita em relação ao primeiro semestre.

Para o levantamento, a KPMG ouviu 38 empresas de todas as regiões do Brasil e que atuam nos setores de Agronegócio (5,26%), Consumo e Varejo (7,89%), Energia e Recursos Naturais (21,05%), Infraestrutura (5,26%), Mercados Industriais (10,53%), Saúde e Ciências da Vida (2,63%), Serviços Financeiros (15,79%), Tecnologia, Mídia e Telecomunicações (10,53%), e Outros Serviços (21,05%).

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