ABDE anunciou plano com ações e propostas concretas para contribuir com o cumprimento das metas de sustentabilidade

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Para cumprir as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), traçada pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade composta por bancos de desenvolvimento, cooperativas de crédito e agências de fomento de todo o país, anunciou a elaboração do Plano ABDE 2030, documento com ações e propostas para impulsionar o desenvolvimento sustentável. 

O material será entregue aos candidatos à presidência e aos governadores, aos órgãos do governo federal e aos presidentes da Câmara e do Senado em fevereiro de 2022.

“O Plano ABDE 2030 será apresentado no início do ano que vem e esperamos poder pautar os formuladores de política pública para o próximo ciclo eleitoral. Estamos em contato com vários senadores, no sentido de termos um plano de futuro para o nosso país. É importante pensar no médio e longo prazo”, afirmou o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski.

Para a produção do plano serão realizados ciclos de webinars sobre os ODS, conversas com especialistas que possam contribuir com o debate e uma série de outras ações que irão contribuir para a construção do documento. O primeiro workshop acontece no próximo dia 27/10, e terá como tema “Amazônia: geração de valor na floresta em pé”.

O anúncio sobre a criação do plano pró-sustentabilidade foi durante uma sessão no Senado, onde foi debatida a importância do Sistema Nacional de Fomento (SNF) no combate à pandemia e para a recuperação da economia. O presidente da ABDE enfatizou o papel do SNF para as micro, pequenas e médias empresas e para o financiamento aos municípios de todo o país.

Suchodolski explicou que desde o início da pandemia da Covid-19 a carteira de crédito com as MPMEs cresceu 48%, um total de R﹩ 131 bilhões adicionais ao setor. Os segmentos que mais cresceram na carteira do SNF foram as pequenas (74%) e as médias (67%). “Nós vamos do micro até o financiamento das grandes obras de infraestrutura, que ajudam a integrar nosso país, que possui diversidade regional e equivale a um continente pelas suas dimensões”.

O presidente da ABDE destacou ainda que as instituições financeiras de desenvolvimento também atuam efetivamente no financiamento a projetos sustentáveis, inclusive com captação de recursos com organismos multilaterais.

“Nós temos as necessidades de alavancar um volume maior de recursos para transformarmos a matriz enérgica, com a redução de carbono e desmatamento. Para isso, temos captado recursos internacionais em grande volume, seja por meio de crédito ou da emissão de títulos sustentáveis”.

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